quinta-feira, 25 de novembro de 2010

Maldito Futebol Moderno

Eu não ia escrever nada. Eu jurava isto para mim mesmo, pois eu não fazia idéia do que escrever. Não é exagero dizer que eu jamais saí de um estádio como saí ontem, nos meus 33 anos de vida, e olha que não foram poucas vezes que eu vi um jogo do concreto da arquibancada.

Era para ser um jogo de festa, uma vez que só precisávamos empatar em casa contra um adversário de menor expressão e recém rebaixado para a segunda divisão do Brasileiro. Era para ser um jogo de festa porque após este jogo, disputaríamos um título continental, que classificaria para Libertadores, e salvando uma década praticamente perdida. Era para ser um jogo de festa pois o Pacaembu estava lotado, colorido, barulhento, esperançoso. Mas não foi um jogo de festa porque esqueceram de avisar aos jogadores do Palmeiras isto.

Esqueceram de avisar o quanto esta torcida sofrida ama este time, o quanto ela vibra por ele e, principalmente, o quanto esta camisa verde é importante para aquelas pessoas, e para outras 15 milhões de pessoas. Esqueceram de avisar que, independentemente de quem use aquele uniforme, eles estarão lá para aplaudir e para apoiar, mas também esqueceram de avisar o quanto estes torcedores sofreram nas últimas décadas e qual o valor daquela conquista.

Se para aqueles jogadores esta conquista poderia valer alguns trocos a mais na já poupuda conta bancária e um pouco de status, para aqueles que estavam do lado de fora do campo, que pagaram para estar lá, aquela vitória valeria muito, valeria o resgate de uma década de humilhações, valeria alguns momentos de felicidade numa realidade sofrida, valeria a esperança de um 2011 melhor.

Só que eles não querem saber de nada disso, pois o futebol está morrendo, com a colaboração dos dirigentes e da imprensa. Se o futebol foi criado pela paixão, hoje está sendo convertido num business. Estes caras mudam de clube como mudam de carro, humilham os torcedores, tratam cada um dos homens, mulheres e crianças que frequentam os estádios como idiotas, descartáveis, quando não como inimigos. Esquece que quem pagam os seus salários, suas mansões e suas mulheres são aqueles que eles trata com desrespeito.

Eu estava num misto de raiva e indignação, mas acabei saindo do estádio em torpor, me segurando para não chorar ou perder a cabeça. Eu saí de lá humilhado pelos mesmos filhos da puta que eu ajudo a sustentar.

E o que eu queria mesmo era ter o poder de mandar tudo isto a merda e nunca mais me preocupar com 'homens' que menosprezam o meu sentimento, que dormem a noite toda um sono tranquilo, enquanto eu passo as horas acordado, recordando cada momento, como se, de tanto repetir as cenas, elas fossem mudar, o placar também, e eu pudesse comemorar a vitória.

Mas não, ano que vem estarei eu novamente torcendo por este time, pois é esta a minha rotina, há 26 anos, não importando as derrotas, as humilhações, a raiva. Pois o Palmeiras é muito maior do que um bando de covardes, e mesmo que estes covardes vistam mil anos a camisa do meu time, eu não vou desistir.

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Faltam 3


Eu não vou ser repetitivo aqui e dizer as mesmas coisas dos posts anteriores, pois tudo que foi dito vale pra cá. O que importa que o resultado obtido em Goiânia foi ótimo e que faltam 3 jogos para o título. Certo, não é uma Libertadores mas, além de classificar para ela, é um título!

E um título continental, coisa que os gambás não têm.

terça-feira, 9 de novembro de 2010

O jogo do ano até agora


As últimas notícias dizem que já foram vendidos 31 mil ingressos para o jogão desta quarta-feira, no Pacaembu, onde vamos enfrentar o Atlético-MG no jogo de volta das quartas-de-final da Sulamericana. Mas é o que nos restou neste ano. Passando pelo Galo, teremos mais 4 jogos do ano para sermos campeões, um contra um time brasileiro (o ameaçado Avaí e o rebaixado Goiás) e a final contra um gringo.

Porém, como aquela história, um passo de cada vez a agora precisamos de uma vitória simples ou um empate sem gol para nos classificarmos. Teremos nosso time titular e descansado contra um mistão tenso do Atlético, que ainda não se livrou do perigo da queda no Brasileirão, então temos a obrigação de ganhar.

Eu pessoalmente tenho medo de jogos assim, pois o Palmeiras tem a fama de refugar nestes momentos, só que desta vez é diferente, por causa do cara que nós temos no banco: Felipão, o rei dos mata-matas e o melhor cara do Brasil de arrancar dos jogadores o que eles não têm nestes momentos.

Por isto mesmo, amanhã faremos uma festa maravilhosa no Pacaembu e eu estarei lá!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010


As vezes dá desânimo gostar de futebol e torcer para o Palmeiras. Ultimamente (e geralmente) o time tem pisado na bola, a diretoria só faz cagada, os jogadores não colaboram e mais um monte de coisas, porém o buraco é bem mais embaixo.

Duvido que exista um time que seja tão roubado quanto o Palmeiras. Pelo segundo jogo seguido fora de casa, na Sulamericana, somos roubados de maneira clara e acintosa! O que aconteceu ontem em Minas é algo para entrar na história das maiores cagadas da história. Começando do mais 'comum', o carioca xiliquento marcou um penalty que só ele, Noriega e o Milton Leite viram, onde o deslocamento de ar do corpo do Márcio Araújo derrubou o Obina, numa marcação digna de várzea onde o juiz foi comprado por uma tubaína e uma coxinha do Bar do Baiano. Vi (e todo mundo viu) o lance de diversos ângulos e cada vez fica mais claro que não teve como marcar o penalty. Se fosse no basquete, seria falta de ataque, pois o defensor estava parado e o atacante se projetou contra ele.

Mas o pior foi o tal penalty-não penalty no Lincoln, que o bandeirinha marcou trinta segundos depois, mesmo depois do lançamento ter ocorrido quase no meio campo, o atacante ter pego a bola, dominado, invadido a área e ele, o filhadumaputa do bandeira acompanhando a jogada, sem erguer aquele maldito pau que carrega. Ficou claro, MUITO claro, que houve alguma informação externa e, pior, no chute, pois até o momento da 'desmacação', a Sportv não tinha mostrado o replay do lance.

Agora, é descobrir quem fez esta merda e ir até o fim, acabar com a carreira destes dois bandidos, fazer com que eles voltem a apitar Madureira e Bonsucesso, pra nunca mais aparecerem nem perto do Palmeiras. Bandidos, venais, gaveteiros.

Sobre o jogo? Foda-se o jogo, não estou no ânimo, na volta vamos massacrar esses mineiros e, depois desta, que o Galo volte pra segunda divisão, time maldito.

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Já vi este filme

Eu abandonei isto aqui, eu admito. Certo que o time por um bom tempo mereceu, visto que eu entrava aqui e a única coisa que eu tinha para escrever era reclamar, reclamar e reclamar. Certo, ainda existe muita coisa para reclamar, estamos em 10o lugar no Brasileiro e o cenário político palmeirense faz a disputa entre Israel e Palestina parecer uma briga de escola, Mas, o futebol que é o que importa, está bem melhor. Estamos a 8 jogos sem perder e agora o time tem sim uma cara, e a cara é a do Felipão.

No tempo que dirigiu o time, o Felipão não ganhou nenhum campeonato de pontos corridos, ou que em sua fase final não tenha sido em forma de mata mata. Nesta fórmula fomos campeões da Copa do Brasil e da Libertadores, da qual só não fomos bi porque fomos vergonhosamente operados contra o Boca. E é o que está acontecendo nesta Sulamericana.

Se não temos um time ao nivel daquele de 1998/2000 este tem se mostrado bem competente. Temos um bom goleiro que vem guardando bem a posição para o Santo, dois bons laterais, sendo um deles uma excelente prata da casa, três bons zagueiros para duas posições, alguns dos melhores volantes do futebol brasileiro e dois caras que desequilibram em dois sentidos: jogam muito e amam a camisa que vestem.

Com isto, o Felipão tem aquilo que ele precisa. E esta fórmula está funcionando já, e ainda vai melhorar muito, eu tenho certeza. Pois os tempos de glória voltaram!

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Raça

O jogo de ontem tinha tudo para ser um massacre. Pelo menos era isto que os corvos da imprensa previam, com suas bolas de cristal. Afinal, o Fluminense era líder do campeonato, tem o 'melhor técnico' do Brasil e dois meias realmente fora de série: Conca e Deco. Mas só isso.

O time é fraco, a torcida é frouxa, e fica cada vez mais claro que o Muricy é um puta retranqueiro. Os pó-de-arroz acharam um gol no começo do jogo e depois disso se recolheram e pararam de jogar. O Palmeiras tomou conta do jogo e, mesmo com um time em formação e com diversas peças que ainda não se encaixaram, deu um sufoco e mais do que o empate no último minuto, merecia a vitória. Não só pelo volume de jogo, mesmo que desordenado, mas também pela extrema covardia do adversário.

Sobre o jogo? Como eu já escrevi antes, o time vem tomando a cara do Felipão, com mais raça e entrega do que técnica. Vimos isto no jogo contra o Atlético Mineiro e novamente contra o Fluminense. A zaga está mais compacta, eu estou gostando daquele Fabrício, incrível com esse cara podia ser reserva no Flamengo daquele David patético. O Rivaldo está mal, mas é inegável que ele tem qualidades. O Márcio Araújo é discreto, mas pelo menos tem mais vontade que o Vitor, que mais parece um novo Paulo Bayer, jogador de time pequeno. O Valdívia está fora de ritmo e o Kléber é o atacante que praticamente não existe mais no Brasil: luta sem parar, não desiste de uma bola, puxa a marcação para ele. Resumindo, se não é um craque, é um excelente jogador.

Sim, eu acredito que este time vai evoluir ainda mais e vai ficar nas primeiras posições.

sexta-feira, 20 de agosto de 2010

Sai de casa em 2010 e fui parar em 1999

Desde antes do jogo, a atmosfera estava diferente. Sejam os blogs, no Twitter, no bar onde esperamos o criminoso horário de 10 da noite, nada demonstrava que iríamos entrar com um time retalhado, para reverter uma diferença de dois gols, que virariam três se tomássemos um. Nos últimos anos cansamos de ver o Palmeiras ser eliminado em mata-matas com times melhores e em situações mais favoráveis, mas algo estava diferente.

Ao entrar no Pacaembu lotado, esta sensação ficava cada vez mais clara. A torcida cantava ininterruptamente, empurrando o time que, em campo retribuía. Se não era um primor de técnica ou tática, demonstrava uma entrega que desacostumamos a ver. E um jogo de primeira fase da Copa Sulamericana virou uma final de Libertadores, com pessoas angustiadas, desesperadas, com choro e lágrimas de alegria e alívio, com abraços apertados nos amigos e nos desconhecidos, mas naquela hora, todos melhores amigos.

E naquelas noites que o impossível acontece, tal qual um roteiro de um filme de Hollywood, o Pacaembu entrou numa dobra temporal e foi parar em 1999. E lá estava, debaixo da trave, o mesmo camisa 12, com cabelos a menos, dores a mais e uma idolatria que raros merecem. E no banco, com o mesmo agasalho e bigode, um senhor que vibrava como menino a cada gol.

As outras peças mudaram. Saiu Oséias, o centroavente sem técnica e autor de gols decisivos para entrar Tadeu, um centroavente sem técnica e autor de dois gols decisivos. Edinho substitui Sampaio com maestria, assim como Maurício Ramos e Danilo não deveram nada para Júnior Baiano e Roque Júnior. E, ao final, se não aconteceram os gols chorados de Euller, tivemos uma cobrança de falta magistral de Marcos Assunção.

E, numa noite de 2010 que poderia muito bem ser em 1999, o Palmeiras renasceu mais uma vez, como um vilão de filme de terror que todos tentam dar como morto, mas que volta cada dia mais forte, e mais letal.

Assim, que fique uma lição: nunca subestime um time que tem uma camisa e uma torcida como a do Palmeiras. Isto não se compra em butiques, nem pela internet.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

São Marcos, 500 jogos depois


A primeira vez que vi São Marcos pessoalmente foi em 14 de março de 1999, e ele ainda não era Santo. Foi numa partida entre União e Palmeiras, em Santa Bárbara, pelo Campeonato Paulista e ele joga ainda nos Aspirantes. Lembro que após o jogo, nos vestiários, meu pai disse para ele que ele ainda nos daria muitas alegrias.

E foi o que aconteceu, e na verdade rápido demais, pois poucos meses depois, após uma atuação mágica nas quartas de final da Libertadores contra nosso maior rival, daquelas que acontecem apenas de eras em eras e que ficam marcadas para sempre na história do futebol, abrimos caminho para aquele que foi nosso maior título, dentro centenas de outros.

Mas isto bastaria para tornar aquele goleiro o maior ídolo das eras modernas do Palmeiras e apenas comparável ao Divino e a outro goleiro, Oberdan? Não, para se tornar um ídolo de uma equipe com a história e as glórias do Palmeiras é preciso muito mais do que ser apenas um excelente jogador, é preciso transcender o humano e atingir o divino.

Assim nasceu São Marcos, que se não tem a mesma quantidade de títulos de outros jogadores com a nossa camisa verde, mostrou um amor pelo Palmeiras que poucos mostraram, e que nesta era em que o dinheiro vale mais e os clubes são apenas um detalhe, ele se tornou o último dos românticos.

Por isto hoje temos muito mais a comemorar do que simplesmente o 500.º jogo de um grande jogador, mas sim uma história de luta, amor e superação. Temos que celebrar a vida daquele que é um espelho para todos os que vivem o futebol, sejam jogadores, dirigentes, imprensa ou torcedores. Temos que celebrar o homem Marcos Roberto Silveira Reis que é muito mais homem do que todos os que o cercam.

Pois é o homem que joga mesmo todo quebrado, enquanto cansamos de ver jogadores fingindo contusões. É o homem que dá a cara para bater nas horas ruins, enquanto os outros aparecem apenas nas horas boas. É o homem que tem coragem de assumir seus erros, enquanto muitos os transferem para outrem. É o homem que trata todos como iguais, e talvez por isso seja amado por todos.

E é assim, por viver numa época onde caráter é cada vez mais raro, São Marcos tem o pacote completo: tem caráter, ama a camisa que veste e ainda é um espetacular goleiro.

Parabéns São Marcos, e parabéns para todos nós palmeirenses, pela honra de tê-lo honrando a nossa camisa e nossa paixão. E triste será o futebol no dia em que você parar de jogar.

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Festa do Ilustres Palmeirenses Anônimos


E se você não foi no ano passado (eu fui!), veja só o que você perdeu e o quanto pode se divertir este ano:

quarta-feira, 11 de agosto de 2010

#Taniacomomago, um case de sucesso

Todo mundo aqui sabe bem que, apesar de todos os palmeirenses gostarem do Valdívia, os sentimentos da Tânia Clorofila transcendem todos os sentimentos de nós mortais. Desde que a conheço, e olha que faz tempo, ela sonha com a volta do nosso Mago. E nas semanas anteriores da sua confirmação, quando realmente parecia que o negócio iria se concretizar, a sua emoção aumentou ainda mais.

E finalmente, numa noite, o Palmeiras oficialmente recontratou o Valdívia, para alegria de todos, e mais ainda dela! Na mesma noite iniciou-se por Twitter a campanha #TaniaComOMago, para que a Tânia pudesse estar presente no dia da apresentação dele.

Qual não foi a nossa surpresa quando, alguns dias atrás, o Fábio Finelli entrou em contato com a Tânia, por Twitter, para convidá-la a acompanhar a apresentação oficial do Valdívia.

O que isto mostra? Que a diretoria do Palmeiras (ou pelo menos algum setor dela, o qual interessa) está ligada na internet e já percebeu a importância das mídias sociais. Qualquer um que entra no Twitter durante jogos do Palmeiras já percebeu o barulho que a gente faz, principalmente sob a #Twitpigs, e durante todo o dia, sempre tem alguém discutindo o tema, conversando. Não é exagero afirmar que 50% da minha timeline tem a ver com o Palmeiras. E é isto que a diretoria do Palmeiras parece que descobriu.

Dever ter aprendido com a Samsung, que fez um trabalho sensacional durante a vigência do seu contrato com o Palmeiras, se aproximado dos blogueiros da Mídia Palestrina, numa trabalho em que todos saíram ganhando.

Não há como negar o poder das mídias sociais, pois mesmo que o Palmeiras não queira, ele já está lá, nas vozes dos seus milhões de torcedores. E com a minha experiência neste universo, não é difícil perceber que a presença palestrina é a mais ativa, tendo por base o quantidade, qualidade e teor das suas twitadas, além do fato da já citada Mídia Palestrina, rede de blogs interligados para tratar do assunto Palmeiras, e iniciativa inédita.

É um novo mundo, que não se pode fechar os olhos, pois a internet e as mídias sociais deram voz para todos, e isso não tem mais volta.

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Nunca diga que isto aqui é 'apenas' futebol

Perdi a conta de quantas vezes, após uma derrota do Palmeiras, eu, de mau humor, ouvi de muita gente: Por que você está bravo, isto é apenas futebol, você não ganha nada com isto. Mas isto é uma grande mentira, e quem não entende o que isto realmente é, deveria se abster de qualquer comentário nesta hora.

Futebol nunca é apenas futebol. Futebol é amor, é paixão, no seu maior nível. Na vida você pode trocar de tudo, de esposa, de orientação política, de carreira, de religião, de opção sexual, mas nunca, em tempo algum, você pode trocar de time. E outra coisa, você nunca escolhe o time para o qual vai torcer por alguma razão aparentemente racional, é ele que te escolhe e, quando você menos percebe, é um torcedor apaixonado.

Futebol nunca é apenas futebol, pois eu não sei separar a minha vida de antes ou depois dele, pois para mim eu sempre fui um torcedor, e não lembro de uma vida sem torcer. As primeiras lembranças que eu tenho de futebol são de 85, quando o Palmeiras perdeu para o XV de Jaú por 3x2 no Palestra. Estávamos voltando da chácara da minha vó e meu pai ouvia o jogo no carro, que terminou pouco antes de chegarmos, e eu lembro claramente dele muito puto e decepcionado.

Futebol nunca é apenas futebol porque eu não consigo separar a relação com meu pai sem o futebol, e sem o Palmeiras. Depois daquele dia, eu passei a ser um torcedor apaixonado, junto com ele. E ele me levou as primerias vezes ao estádio. Ele me levou 2 vezes ao estádio da Inter de Limeira, me levou ao Pacaembu ver o Palmeiras jogar com o Vasco e empatar em 1x1, me levou algumas vezes ao Palestra, tudo isso quando eu era criança. Lembro que cada jogo era uma epopéia, e eu adorava cada momento.

Futebol nunca é apenas futebol porque eu lembro das noites que eu passei acordado até tarde, gravando os melhores momentos dos jogos do Palmeiras para quando meu pai chagasse do trabalho, ele pudesse assistir.

Futebol nunca é apenas futebol porque eu perdi noites e noites sofrendo com derrotas do Palmeiras nos anos da fila, derrotas inaceitáveis, que eu acampanhava num velho radio que tinha e ficava, na minha cama imaginando como as coisas se desenrolaram. Inter de Limeira, Ferroviária, Portuguesa, Bragantino, estes times povoavam a minha imaginação com um gosto amargo de derrota.

Futebol nunca é apenas futebol porque mesmo com os 16 anos de fila e sendo sempre o único palmeirense da escola, eu nunca desisti, muito pelo contrário. A minha alma de torcedor foi forjada no fogo do inferno da derrota e da humilhação, e isto ninguém vai destruir.

Futebol nunca é apenas futebol porque naquele início de noite de junho de 1993, o Palmeiras foi campeão e eu não sabia o que fazer. Eu não sabia se corria, se gritava, se chorava, e tive que perguntar pro meu pai como fazer, mas ele também não conseguia me responder.

Futebol nunca é apenas futebol porque naquele dia eu aprendi uma sensação nova, que eu só imaginava que existia mas não fazia idéia do que era, algo apenas comparável com o primeiro beijo ou a perda da virgindade. Eu enfim poderia parar de ler aquela Placar velha, que falava sobre as glórias do passado e não precisava mais tentar imaginar o que tinha sido aquela decisão de 1976 contra o XV de Piracicaba.

Futebol nunca é apenas futebol porque ele nunca me abandona, como eu nunca o abandonarei. O Palmeiras me deu muito, muitos amigos, muitas alegrias, também muitas tristezas, mas eu tenho certeza que ele não queria isso, o Palmeiras nunca quis me magoar, ele sempre me quis ver feliz. Mas nem sempre isso é possível.

Futebol nunca é apenas futebol porque futebol e Palmeiras são sinônimos de mim e meu pai, eu não consigo imaginar o Palmeiras sem a existência do meu pai, que me apresentou este time, me apresentou esta paixão, me levou aos estádios quando eu mal entendia as coisas e continuou me levando quando eu entendia aquilo muito bem.

Futebol nunca é apenas futebol porque mesmo quando tudo ruiu, e a minha relação com ele chegou aos piores níveis possíveis, o futebol nos uniu e nos confortou. Nos confortou naquele jogo contra o Cruzeiro, pelo Brasileiro do ano passado, quando ganhamos bem e nos trouxe um pouco de luz no inferno. Nos alegrou quando pudemos, ano passado também, assistir ao jogo contra o Vitória no Palestra depois de tantos anos longe, sendo que daquela vez eu o convidei, e isso me deu uma alegria gigante.

Futebol nunca é apenas futebol porque no jogo contra o Grêmio, na despedida em jogos oficiais do estádio que eu aprendi a amar, a alegria não foi completa, porque eu não pude olhar para o lado e ver ele comigo, lá, xingando e comemorando.

Futebol nunca é apenas futebol porque as lembranças, histórias e laços que ele cria são eternos.

Portanto nunca, jamais, em tempo algum, diga para um apaixonado que aquilo é 'apenas' futebol, pois não é verdade. O futebol é muito maior do que isso e quem não consegue compreender, não deve criticar nem fazer pouco, pois o futebol nunca é apenas futebol.

E obrigado pai, por me transformar num apaixonado por futebol, e por trazer o Palmeiras até a minha vida!

Texto replicado nos meus dois blogs, pois ele é muito mais do que apenas uma postagem sobre futebol, é sobre vida e amor.

segunda-feira, 2 de agosto de 2010

Meu primeiro Derby - pós jogo

Foto do @SeoCruz


Ontem foi um clássico, como os clássicos devem ser: nervosos, com as duas equipes se respeitando, cheio de faltas, muita vontade e lances duvidosos. E gols, claro, mas sem exagero, porque goleada em clássico é exceção.

Outra coisa que clássico precisa ter são duas torcidas. Qual a graça de se jogar um clássico e não ter a outra torcida para zuar? A troca de 'elogios' ao final do jogo mostra isso, e ela faz parte do que a gente entende e ama por futebol.

O jogo em si foi bom, apesar do resultado. O time jogou bem, a defesa mudou totalmente com a volta do Danilo e cada vez comprova mais que o melhor miolo de zaga do Palmeiras é ele com o Maurício Ramos. O Márcio Araújo jogou sua melhor partida com a camisa do Palmeiras, assim como o incansável e guerreiro Kléber que, assim que tiver o Valdivia jogando com ele e o Lincoln vai render ainda mais. Claro, falta um camisa 9 clássico, mas na volta do estádio ontem concluímos que não existe no mercado nenhum jogador com essas características.

Mas é bom ver que as coisas parecem estar melhorando. Para quem lembra da primeira passagem do Felipão por aqui, ele foi muito contestado e demorou para dar uma cara ao time, portanto, é hora de ter muita paciência pois não se conserta anos de besteira em 5 jogos.

Sobre a arbitragem eu não vou falar nada, mas dá para garantir que o Marcelinho Carioca arrumou um substituto a altura, pelo menos na falta dela e do caratér: Jorge Henrique.

sexta-feira, 30 de julho de 2010

Meu primeiro Derby



O que é um Palmeiras e Corinthians? É o maior clássico do Futebol (sim, com F maiúsculo, o Futebol de verdade, não essa coisa 'soccerizada' que querem criar agora). Desde criança eu aprendi a odiar e temer aquela camisa branca com o despertador no peito, pois eles eram os nossos maiores rivais. Os bambis? Eram um time que ganhavam uns títulos, mas que era irrelevante em tradição. Desde cedo meu pai me ensinou: nosso rival é o Curíntia.

E cada jogo contra eles era uma tensão, era um evento. Eu, criança, morando no interior e que raramente ia ao estádio, via o panetone lotado de bandeiras verdes, brancas e negras e achava aquilo o máximo. Toda aquela emoção, aquela sensação. Eram dias sem dormir, antes e depois do jogo.

O tempo passou e eu comecei a entender mais do futebol, e perceber quais eram os atores daquele jogo: o Santos era aquele coadjuvante de que tempos em tempos aparecia, enchia o saco e desaparecia. O São Paulo era uma coisa a parte, ganhava os títulos mas só causava sensações ruins, nada perto do temor-reverência, e sim algo incômodo. E o Corinthians, bem, este era o rival.

Como esquecer o título de 1993, o Brasileiro de 1994, as Libertadores de 1999 e 2000. É o grande jogo do Futebol, o seu momento máximo, o headliner deste espetáculo.

E neste domingo, pela primeira vez estarei num estádio vendo o Derby, e espero que saia de lá com mais uma boa lembrança.

terça-feira, 27 de julho de 2010

Inveja Mata

Depois de Kléber e Felipão...



Ídolos, craques, identificados com a torcida palmeirense e contratados sem termos que vender a alma para tanto. E isto causa inveja aos rivais e à impren$inha.

Bem, o choro é livre... e um enorme CHUPA pra quem falou que o Palmeiras estava se apequenando!

sexta-feira, 16 de julho de 2010

Mudou tudo

Sim, mudou tudo, e para quem foi aos estádio nesta quinta-feira, isto foi perceptível. Os jogadores se dedicaram mais, apesar do campo molhado, a moral parecia mais elevada e coisas que não andavam acontecendo, acontecerem. Em outras épocas, a bola do Éwerton jamais entraria, a do Tinga, com certeza teria direção certa, bateria no zagueiro e iria pra fora e a espanada do Vítor cairia dentro do gol.

Mas não, nada disso aconteceu, porque aquele senhor careca de bigode que estava nas tribunas é muito mais do que simplesmente o maior treinador brasileiro, é um cara que motiva o grupo e tem uma estrela do tamanho do mundo. Ele faz a auto estima dos jogadores atingir um nível em que as coisas passam a dar certo, na maioria das vezes. Sim, claro, todas as suas conquistas são apertadas, mas é assim que funciona. É com emoção, com sofrimento, mas elas chegam.

E mudou também o torcedor. O semblante de cada palmeirense naquela noite fria e molhada era diferente daquele que habituamos a ver este ano no Palestra Itália. Era um semblante esperançoso, mas também feliz, por poder reencontrar aquele que foi um dos maiores ídolos dos últimos muitos anos, era uma sensação de retorno à nossa casa daquele que se mudou, mas que na verdade nunca saiu de lá.

Bem vindo, Felipão, a casa é tua!

sexta-feira, 2 de julho de 2010

Eu não ia escrever nada, mas....

A Copa acabou para a gente de uma forma que não gostaríamos, e eu relutei ao máximo de escrever algo neste blog sobre isso, até porque aqui não é um blog sobre futebol, e sim sobre o Palmeiras. E como esta seleção não tem nenhum jogador nem ex-jogador do Palmeiras, aparentemente eu não teria motivo algum para torcer por ela, mas algumas coisas nela acabaram me conquistando. E o principal foi o espírito de entrega que vimos.

Eu realmente cansei de um bando de mercenários apáticos vestindo a camisa do Brasil, e desta vez foi um pouco diferente, até pelo estilo do seu técnico, que nunca foi conhecido por ser um grande jogador, mas sim um jogador de incrível raça.

Só que o Dunga perdeu o limite, mas o maior culpado não foi ele, e sim a imprensa e todo mundo que criticou a esbórnia e a putaria que era 2006, tanto por parte dos jogadores como por parte do tratamento dado para a Globo. E daí o Dunga apelou.

Regime de concentração, imprensa longe da seleção, jogadores que rezavam da sua cartilha e que jogavam pelo time, não por interesses particulares e vaidades. O Dunga levou um grupo limitado para o Copa? Sim, mas daí eu penso? Levar quem?

O Kaká foi baleado, e para a reserva dele pediram um moleque que, apesar de parecer ter futuro, jogou apenas por 3 meses, muito pouco pra merecer ir pra uma Copa. Lembrem-se que ano passado, o Diego Souza esta destruindo tudo e hoje, é um renegado, que ninguém quis e acabou indo parar no decadente Atlético Mineiro. Outros jogadores até poderiam ir, mas o Diego nunca vingou e o Alex nunca teve chances.

Isto foram alguns exemplos, mas se encaixa em tudo para provar que temos uma geração ridícula! Os três melhores jogadores da copa estão acima dos trinta anos: Lúcio, Juan e Maicon. O Júlio César, apesar de uma Copa fraca, também está nesta faixa. Abaixo dos trinta, o único jogador que foi bem e regular foi o Elano, que se machucou logo no começo. Robinho, Luis Fabiano, Kaká, Daniel Alves, entre outros, revezaram poucos momentos de criatividade com muitos momentos de extrema apatia. O Gilberto Silva dava pra esquecer que foi pra Copa e o Felipe Melo é um caso a parte.

É óbvio que ele não tem futebol para estar numa Copa, mas quando se convocam Josué e Kléberson, o que se pode falar? Eu vejo futuro para ele, acho que é um jogador que se aprender a se controlar, pode jogar muito mais do que isso, mas é estourado e mete porrada. Porém, não é apático, e isso pra mim conta pontos. Por isso que eu não aceito quando o culpam pela derrota. Muito mais culpado é nosso trio de 'craques' que se omitiu 90% da Copa.

A caminhada pra 2014 é longa, principalmente porque não participar de uma eliminatórias é um péssimo negócio para a preparação de um time, mas acho que temos que achar o meio termo entre a putaria de 2006 e a rigidez de 2010. Mas deixem o Felipão em paz!!!

domingo, 20 de junho de 2010

A minha copa

Eu sou uma pessoa muito afável e sossegada. Sem ficar fazendo média, eu sou uma pessoa muito fácil de conviver, calma e sossegada, as vezes até demais. Mesmo em temas polêmicos eu evito ao máximo discutir, como religião, que eu tenho a minha, e política, que eu não acredito. Mesmo assuntos mais pessoais, como música, que eu adoro, eu não entro em discussão. Se falo com alguém que não tem o mesmo gosto musical que eu - o que é comum -, eu respeito, mesmo sem concordar.

Mas todo mundo tem o seu calcanhar de Aquiles, a sua exceção, e a minha chama-se futebol. Sobre este tema, eu mudo completamente meu comportamento: fico chato, pentelho, dono da verdade e não aceito opiniões em contrário da minha. Discuto, argumento, discordo, critico. Canso, irrito, incomodo. E tenho opiniões muito radicais com relação a isto. E é aí que entra a Copa.

Eu adoro a Copa do Mundo, se eu pudesse eu assistiria todos os jogos, assistiria as mesas redondas, leria as matérias, afinal é o evento máximo, as melhores seleções com muitos dos melhores jogadores. Vemos nos estádios torcidas apaixonadas, muitas as quais um simples gol é uma vitória histórica. Vemos nos olhos dos jogadores a paixão, a raiva, o sangue. Mas na tal 'Pátria de Futebol', é outra coisa completamente diferente.

No Brasil, a Copa do Mundo é um circo, é um carnaval que acontece de quatro em quatro anos, onde aquele monte de gente que nem sabe que uma bola é redonda vira fanático e expert. Pintam o rosto, compram uma camisa e aquele monte de badulaque ridículo e se reúnem na frente de uma televisão para torcer, enquanto fazem festa, comem, cantam musiquinhas patéticas. Pior são aqueles que se fantasiam, ficam fazendo piadinha. E pior ainda são aqueles que vão para a Copa mas nunca entraram num estádio na vida, e acham que estão num desfile de escolas de samba, tal a quantidade tranqueira que ornamentam.

Porra, tudo isso é a antítese do futebol! Futebol é um esporte, não um circo! Não é festa, confraternização, desfile de máscaras. Não é para ser visto enquanto se come churrasco. Não é para se torcer a cada quatro anos. É uma batalha, uma disputa, onde o importante é sair vencedor. Se futebol é para ser chamado de circo, então é o circo romano, onde o gladiador luta contra o leão e apenas um sai vivo.

Com tudo isso, eu não tenho o mínimo tesão de torcer para o Brasil na Copa do Mundo. Eu assisti este jogo contra Costa do Marfim sozinho em casa, porque estou ainda zoado, mas eu cheguei a cochilar nos primeiros 15 minutos. E assisti como eu assisto um jogo de futebol interessante, como todos os outros jogos da Copa, sem demonstrar nenhuma emoção ou vibração. Assisti como assisto um jogo em que eu não torço para nenhuma das equipes.

Então, quando eu assisto um jogo do Brasil na Copa em grupo - até porque eu tento ao máximo não ser um cuzão anti-social -, eu procuro me manter o mais quieto possível e não emitir muitos comentário, para não estragar a festa dos outros. Mas não me peça pra assoprar uma vuvuzela.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Ele está de volta...

...e com ele os tempos de glória, pois este homem acima tem a CARA DO PALMEIRAS.

E não vai parar por aí, mais ainda acontecerá, para dor de cotovelo e desespero de gambás, bambis, sardinhas, cariocas falidos e, principalmente, impren$inha cancerosa e maldita!!!

quarta-feira, 9 de junho de 2010

O Gladiador voltou. E este blog também

Foto do Seo Cruz

Eu tinha falado que somente voltaria a escrever neste blog quando a diretoria do Palmeiras tomasse alguma atitude condizente com a grandeza da nossa história. E agora eu sou obrigado (com todo gosto) a admitir que isto foi feito não apenas pela contratação do Kleber, mas pela forma como ele foi apresentado.

Criticamos muito a diretoria quando ela merece, mas as vezes precisamos elogiar. Usaram a apresentação do Gladiador como uma ótima estratégia de marketing, ocupando espaço privilegiado em todos os meios de imprensa, mas também serviu para devolver uma parte da auto estima ao torcedor palmeirense, que andava tanto em baixa. É ótimo ver o Palmeiras ocupar as manchetes com coisas positivas, como a contratação de um dos jogadores mais desejados do Brasil, e não com brigas e crises.

A impressão que temos é que as coisas estão novamente se encaminhado para a direção certa. Paramos de contratar qualquer vagabundo que nos fosse oferecido e fomos atrás dos verdadeiros ídolos, daqueles que já vestiram o manto alviverde com amor e com entrega. Acredito que daqui pra frente as coisas vão melhorar e os babacas de fora que tanto humilhavam o Palmeiras vão ter que se colocar nos seus lugares: quietinhos e batendo palmas para o campeão do século XX.

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Um breve adeus



Eu disse que só voltaria a escrever neste blog quando a diretoria do Palmeiras fizer alguma coisa que preste e, não, infelizmente nada disso ainda não ocorreu. Porém, eu não posso deixar em branco a data de 22 de maio de 2010, que foi a despedida em jogos oficiais daquela que é a nossa casa desde sempre.

Minha estréia naquele campo foi no jogo Palmeiras 1 x 0 Mogi Mirim, em 25.05.86, pelo Campeonato Paulista. Era uma tarde de domingo e eu fui com o meu pai. Já tinha assistido antes dois jogos em Limeira contra a Inter e um no Pacaembu contra o Vasco, mas foi meu primeiro jogo no Palestra Itália. Sentamos na Numerada Coberta e não lembro quem jogava pelo Palmeiras, mas sei que estava 0 x 0 por praticamente todo o jogo e, com medo da aglomeração, meu pai quis sair mais cedo, por isso não vimos o gol, só ouvimos o barulho da torcida enquanto caminhávamos pela Turiassú.

Depois disso voltei diversas vezes. Enquanto morava no interior, todas as vezes que vim foi com meu pai, as vezes só nós dois, outras com amigos ou meus irmãos. Numa dessas idas, na época do União, tive a honra de conhecer os vestiários e pisar no gramado sagrado do Palestra em dia de jogo.

Quando mudei para São Paulo, por pura preguiça, perdi aquela que poderia ser uma época de muitos jogos. Certo que o time não ia bem, mas eu morava na Pompéia, dava para ir a pé aos jogos, mas só fui numa meia dúzia deles com a Karina e, depois, em um com a Alê. Porém tudo mudou ano passado, quando eu comecei com este blog, fiz diversos amigos no meio e, pronto, me tornei figura constante nos jogos.

Fiz muitos amigos por lá, impossível de enumerar todos, mas não tem como deixar de citar os companheiros de praticamente todos os jogos, Carol e Ademir, e os quase-sempre furões David e Alex. Com o time jogando bem, e muitas vezes jogando mal, muitas vezes o Palmeiras foi meu escape, meu oásis em meio a tempos muito difíceis. Porque lá esta meu Palmeiras, meus amigos, e a diversão, seja antes (ou depois) no Isidoro, seja durante o jogo.

Mas isto acabou. O Palestra Itália fechou. Vai virar uma arena. Nâo tenho ainda uma opinião formada quanto a ela, mas prefiro ser Polyana e acreditar que vai ser para melhor. Só que não tem como negar que toda aquela aura mágica vai embora. Um dos estádios mais gostosos de ver jogos no Brasil vai sucumbir, e com ele, 96 anos de uma história mágica, que muitos teimam em apagar.

O Palestra Itália está morto. Longa vida ao Palestra Itália!

quinta-feira, 13 de maio de 2010

Aqui tem um bando de palhaço

Se a torcida dos gambás inventou o grito "aqui tem um bando de louco", a torcida do Palmeiras pode muito bem adaptar para "aqui tem um bando de palhaço", pois é desta forma que a diretoria vem tratando seu torcedor. É uma merda atrás da outra, numa escala que só pode ser de propósito, pois até incompetência tem limites.

Perda de título ganho, troca de treinadores, perda de jogadores, jogadores pedindo pra sair, jogador não querendo ganhar, impren$a massacrando, tudo, mas TUDO que você pode imaginar que possa dar errado, está dando. Esta diretoria tá chegando ao limite de sentirmos falta do Mustafá, pois a gente virou motico de PIADA dos outros torcedores e da impren$a.

Eu tento enteder, ter paciência, apoiar, mas não dá mais, não mesmo! Deu minha paciência, deu minha boa vontade, deu minha alegria e, principalmente, deu minha saúde. Eu decidi, pro meu bem, que eu só volto escrever neste blog e twittar sobre futebol quando testa diretoria de merda, este bando de filho da puta, bandidos e incompetentes não resolver fazer algo que preste. Nâo vou mais perder meu tempo vendo jogos, torcendo, sofrendo enquanto o a diretoria do Palmeiras não tomar uma atitude do TAMANHO do seu time e, PRINCIPALMENTE da tua TORCIDA.

Até lá, que vá todo mundo tomar no cu porque eu tô de saco cheio de ser tratado como PALHAÇO!!!

terça-feira, 11 de maio de 2010

Últimas palavras sobre os mercenários

Estamos vivendo mais uma vez a mesma novela, de jogador que força a barra para sair. É óbvio que grande parte desta culpa é da nossa diretoria, que merece praticamente todos os adjetivos depreciativos que existem. E por diretoria entenda-se situação, oposição e os em cima do muro, pois trocam os nomes mas não muda nada no feudo chamado Palmeiras.

Porém, é hipocrisia querer dizer que a culpa de todos os males do futebol são dos dirigentes, como tenta impor a impren$inha a todo custo (até para aliviar a sua culpa e poder continuar fazendo seus negócios). Dentro de todos este contexto de futebol moderno, decidiram que a Lei do Passe seria o fim da escravidão e que, transferindo os jogadores para os empresários, entidades divinas e perfeitas, o fubeol iria melhoras. Claro, afinal para que os clubes, o futebol vive apenas dos jogadores, dos empresários e da impren$a, os clubes, os torcedores e a paixão são apenas detalhes.

E o pior que muitos jogadores começaram a acreditar nisso. Começaram a acreditar que são maiores do que os clubes, maiores do que as camisas que vestem, maiores do que a torcida que os idolatra e paga seus salários. E acham que têm direito de desprezar a camisa, de humilhar a torcida e simplesmente pararem de jogar quando quiserem.

Vivemos isto com o popoqueiro de Curitiba, que desapareceu no ostracismo europeu, com o mercenário cachaceiro, que a única coisa que fez de bom este ano foi o gol que desclassificou os gambás da Libertadores, e agora o senhor Diego Souza quer fazer o mesmo.

É um bom jogador? É, mas de bons jogadores o Brasil está lotado. Veio, jogou bem, mas no fim do ano passado, quando o time precisava dele, se escondeu. Começou o ano e passou o tempo todo se escondendo do jogo, implorando pra bola não chegar nele e para o semestre acabar e poder sair daqui. Só que a torcida não é boba, e chega uma hora que cansa. E tome vaia!

Daí vem o ego, a prepotência e a arrogância desta geração de jogadores perdedores do Brasil, um monte de Robinhos, Adrianos e Ronaldinhos Gaúchos, que quando contestados, simplesmente decidem fazer biquinho e desaparecerem, saindo pelas portas dos fundos.

Vai com Deus, Diego Souza. Você é um bosta que logo será esquecido, que nunca vai passar de um bom jogador, nunca será um ídolo.

quinta-feira, 6 de maio de 2010

Bando de filhos da puta, mercenários e sem caráter

O que é este post? É um desabafo! Não é o primeiro da história breve deste blog, mas com certeza é o mais raivoso, revoltado e frustrado. Até pior do que quando perdemos o Brasileirão mais fácil da história, provavelmente porque aqui não foi digerido ainda e, pior, os mesmos erros continuaram a ser cometidos. A lição não foi aprendida.

Ontem fui dormir com raiva. Tanta raiva que nem vi o final do jogo dos gambás. Tanta raiva que nem tive e tenho tesão de zuar com eles pois, pelo primeiro tempo que vi, eles jogaram com vontade. Perderam? Isto faz parte do futebol.

Sou da época da fila, já vi muitos Palmeiras péssimos, já vi derrotas humilhantes, já vi perder para times ridículos, mas ontem foi provavelmente um dos piores dias da vinha vida de torcedor. Porque poucas vezes eu vi um time que, no papel é bom, jogar tão mal.

O Palmeiras foi covarde, os jogadores (a grande maioria deles) entrou em campo como se jogasse uma partida de casados contra solteiros, depois de encher o bucho de carne e cerveja. Apático, desmotivado, vagabundo. O time não vibrava, não fez nada a não ser ficar na retranca. Se terminasse 0x0 ótimo, se fosse pros penaltys ótimo também. E se perdesse? Tanto faz.

Algo está errado, e faz tempo que eu digo isso. Só que agora não dá mais pra esconder, o cadáver começou a feder e alguém vai ter que se explicar. Essa diretoria que entrou com pode se salvadores da pátria continuam sendo a mesma merda que eram as outras. Politicagem e conchavos de interesse particulares continuam muito acima dos interesses do Palmeiras, equipe de futebol. E isso reflete em tudo.

Jogadores são contratados não pela sua qualidade, e sim por causa dos seus empresários. A guerra de ego rola solta e esse bando de bosta joga quando quer. Ontem foi o exemplo claro disso! Primeiro o Diego Souze que, ofendido pela torcida, inventou uma contusão e abandonou o barco, mostrando o seu real caráter. E só não vai falta porque desde o ano passado ele não joga nada.

E é esta a cara do Palmeiras destes dois últimos anos: jogadores que se escondem na hora da decisão. Ano passado isso aconteceu, e agora aconteceu de novo. A decisão de penaltys foi algo patético! Quando um time cujo goleiro pega TRÊS penaltys consegue perder o jogo? As cobranças do Claiton Xavier e do Figueroa foram um deboche à torcida Palmeirense. Bateram para perder, para errar, chutaram a bola sem o mínimo de tesão.

Claro, o Zago errou, principalmente em tirar o Lincoln e o Assunção, mas querer culpar ele de tudo é erro, pois ele entrou no meio do caos. É fraco? Pode ser, mas se nem o Muricy e o Luxemburgo, dois treinadores vitoriosos conseguiram por ordem neste Palmeiras, não seria um novato que iria conseguir.

Tem que mudar muita coisa, mas MUITA coisa mesmo! Já que vão derrubar o Palestra pra construirem uma nova equipe, poderiam derrubar essa diretoria covarde, omissa e vagabunda, junto com mais da metade deste elencos de bundões e mercenários, que recebem fortunas para dar alegria para uma das torcidas mais apaixonadas do mundo, mas não têm coragem de pelo menos fingirem raça!

Poucos se salvam, e espero que agora a diretoria acorde, pois daqui em diante vai ser por bem, ou por mal. Subam logo esta molecada, que fez bonito na Copa São Paulo e na A3 pois, mesmo que não sejam campeões brasileiros, vão se esforçar, porque com este time de medíocres e sem caráter, a segunda divisão nos espera novamente.

Texto sem revisão, sem travas e sem alegria

E outra coisa, espírito esportivo é pra quem não gosta de futebol. Não venham com esse papo de que você não ganha nada quando o time ganha e toda essa baboseira, porque isso é coisa de imbecil que sente inveja por nunca ter sentido o que é amar um time de futebol.

segunda-feira, 3 de maio de 2010

Aconteceu em Porto Alegre

Não é exatamente sobre o Palmeiras, mas é sobre futebol, então:

http://radociou.blogspot.com/2010/05/aconteceu-em-porto-alegre.html

sexta-feira, 30 de abril de 2010

Síndrome do Estádio Lotado


Quartas de final da Copa do Brasil, noite fria na cidade de São Paulo. Apesar do horário estúpido, a torcida se aglomerava frente ao Palestra, aguardando o jogo. Dentro dele, a festa estava quase perfeita: estádio praticamente lotado (menos o setor visitante e uma parte do tal Visa), torcida cantando sem parar, jogo que valia muito para nossas pretensões.

Mas daí é que surge o problema: toda vez que o Palestra se configura de tal forma, uma tragédia acontece, e nesta quinta, não parecia diferente. O Palmeiras atacava, atacava, mas não marcava. Pressão, pressão, pressão. Parecia aquele jogo que já vimos diversos, e que só não se tornou tal porque São Marcos estava em noite inspirada.

E não é que, já nos descontos, o juiz marca um penalty para o Palmeiras? Foi surreal, impossível de acreditar, porque desde quando um juiz não mete a mão na gente em casa? Certo que houve um penalty muito mais claro que este antes, uma mão na bola clamorosa, mas foi isso: bola na cal.

A respiração parou. O Ademir virou-se e disse que não comemora penalty, só o gol e, devido todo o histórico, com toda razão. Cleyton Xavier correu e, com calma, colocou no canto oposto do goleiro.

Após uns 5 segundos sem respirar e sem o coração bater, o estádio inteiro explodiu, catarse total!

Vencemos, e mais uma vez o Palmeiras mostra que é teste para cardíacos.

quinta-feira, 22 de abril de 2010

O jogo que eu vi


O jogo que eu vi ontem foi bem parecido com o qual eu vi semana passada e muito diferente dos muitos últimos jogos que eu vi, desde o ano passado. Eu vi uma defesa muito bem postada, com dois zagueiros seguros, principalmente o Danilo, que não se deixou levar pelo circo que foi criado pela diretoria daquele time pequeno do Paraná e fez uma partida sem falhar. No meio, parece que após anos encontramos o parceiro ideal para o Pierre: Edinho. Com isso passamos dois jogos sem tomar sustos lá atrás e só tomamos um gol, porque o juiz cometeu um duplo roubo, não vendo uma mão na bola clamorosa e inventando um penalty daqueles que nem com boa vontade é encontrável.

O nosso maior problema continua sendo marcar gols. O cara das bolas paradas, o Cleyton Xavier continua fora, mas diferente do ano passado, temos um substituto a altura (pra mim, até melhor), que é o Lincoln. O camisa 99 melhora a cada jogo e vem se mostrando um líder e um 'resolvedor' de problemas, coisa que o tal do Diego Souza vem fazendo cada vez menos. Parece um jogador cansado, que já está vendido e só esperando pra ir embora. E no ataque temos o Robert. Bem, certo, faz muito tempo que não temos um centroavante que resolve, com ou sem nome, e eu prometi que não iria mais criticá-lo, mas ontem foi foda, não se bate um penalty com tamanha displicência.

Só passamos sufoco por dez minutos, entre o gol deles e o nosso, por mais que o trouxa do Neto tenha gorado o Palmeiras e o gagá do Luciano do Valle falasse merda, ganhamos. É o time ideal? Não. Foi uma grande partida? Não. Mas, perto do que o time vinha jogando, é claro que estamos numa crescente.

Mas claro, a crise nunca termina, diferentemente daquele time do Jardim Leonor, que vive numa paz eterna.

segunda-feira, 15 de março de 2010

Armeration



A impren$a não aprende. Menos de um mês depois de ganharmos dos Bambis, colocando elas na roda, continuaram a nos humilhar. Depois da vitória das sardinhas no meio da semana, alguns ignorantes - para não dizer algo mais pesado - tiveram o pachorra de nos chamar Naviraiense verde. Quase acertou, Flávio Prado, quase, porque o correto é Noisvaievence!!!

O Palmeiras demorou meia hora para se acertar, e neste tempo tomamos dois gols. Só que daí, ao contrário das Sardinhas, que tem um jogador chamado Robinho, que só joga contra os Gambás ou contra ninguém, nós temos um centroavante que só joga os clássicos. E lá foi o Robert marcar 3 gols, sendo o terceiro um que eu nunca imaginei que fosse sair dos pés dele, e ganhamos o jogo, de virada.

Foi o jogo do ano, um dos melhores que eu já assisti. Se de um lado o Santos realmente tem um time habilidoso, e um jogador fora de série chamado Paulo Henrique, do outro estava um time que, sim, tem qualidade, mas tinha algo a mais: raça e vontade de vencer.

Se você começar a contar o jogo a partir dos 30' do primeiro tempo, o Palmeiras jogou uma partida primorosa. É exatamente tudo aqui que o torcedor palmeirense quer do time e, se continuarem jogando próximo disso, eles sabem que a torcida vai apoiar até o final, porque a nossa torcida é diferente.

Foi para lavar a alma.

quinta-feira, 11 de março de 2010

Uma geração perdedora

Após a Copa de 2002, quando o Felipão pegou um time desacreditado e conseguiu ser campeão, com uma irretocável campanha de 7 vitórias em 7 jogos, começou a ser firmar uma nova geração de jogadores, que naquele momento era jovem e coadjuvante. Era uma geração capitaneada pelo Ronaldinho Gaúcho que, para deleite de toda a imprensa e dos 'amantes do futebol arte', seria a redenção do futebol brasileiro, o retorno daquele futebol que encantou o mundo em 1982 mas que desapareceu nos anos subsequentes.

Só esqueceram de um detalhe: a geração de 82 foi um fracasso, enquanto aquela entre 94 e 2002 venceu 'apenas' duas copas e obteve um segundo lugar. E claro, se inspirando naquela geração tão idolatrada, esta nova geração também é um fracasso.

Mas por que é um fracasso? Porque, tal qual aquela, é uma geração que, encanta os olhos e joga bonito quando não vale nada, mas que, na hora decisiva, se apequena e some. Vejam só como foi a Copa de 2006, uma Copa de transição, e como continua sendo, cada vez mais. E pior, o que antes víamos apenas nos jogos da seleção, agora acontece com os clubes.

Um pequeno exemplo: nesta terça, nos jogos da tão-badalada Champions Liga, o que vimos? Um Milan, exemplo de futebol arte, de Ronaldinho e Pato ser humilhado pelo Manchester United, um time que só joga com chuveirinhos e que seu melhor jogador, Rooney, é um grosso. E depois um milionário Real Madrid, não conseguindo vencer um decadente Lion, numa atuação (mais uma) pífia do Kaká, que foi vaiado pela torcida.

E mais, temos um Robinho firuleiro e marqueteiro, que não conseguiu se afirmar num time médio da Inglaterra e voltou pro Brasil com o rabo no meio das pernas, um Adriano que só joga quando quer, treina quando quer, e que se não é a diva do time, chora e pede para sair. E tantos outros, como Diego Souza, Vagner Love, Hernanes, entre muitos.

Podemos ganhar a Copa? Podemos, mas eu duvido. Ainda mais porque o Dunga quer ser um Felipão, mas na verdade não passa de um Lazaroni.

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Jogo treino?

Hoje a noite tem jogo pela Copa do Brasil, contra o Flamengo do Piauí. Pelo que vimos no primeiro jogo, não é um adversário que imponha respeito, pois jogamos o mesmo futebolzinho do jogo contra o São Caetano, e ainda conseguimos ganhar. Ainda por cima, os caras trazem um Jardel que atingiu o topo do desprendimento e da falta de amor próprio, afinal o cara tá mais pra se vestir de Papai Noel do que pra jogador de futebol pois, convenhamos, cultivar aquela pança deve ter dado um trabalho.

Agora temos um time aparentemente mais coeso (pelo menos com mais vontade) e que, jogando em casa, deve ganhar com certa tranquilidade. Porém não esperem muitos gols pois, além do cansaço, mais uma vez o gramado vai estar pesado e os caras vão jogar para se garantir.

O que vem depois disto? Ninguém sabe mas, como bons palmeirenses, só nos resta torcer.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Lavando a alma

Foi para lavar a alma! Após uma semana caótica, onde o Palmeiras virou motivo de piada dos torcedores dos outros times e, principalmente, da impren$inha vendida, a redenção veio da melhor maneira possível: com uma vitória incontestável sobre nosso maior inimigo (o que é diferente de rival).

Chegando ao estádio, percebi que estava tudo errado: a rua estava vazia, a torcida não cantava como sempre, faixas com palavras de ordem estavam pendurada nos postes. O calor era insuportável, a tensão estava no ar. Sinal que tudo poderia dar errado... ou certo até demais!

O primeiro tempo foi sonolento, cadenciado, com os dois times jogando com medo, parece que satisfeitos com um empate. O Palmeiras chutava mais a gol e jogou um pouco melhor, ao contrário do que a impren$inha bandida dizia no rádio. Bem, mesma impren$inha que disse que nem falta houve do Xandão no Eduardo, no lance que mudou a história do jogo.

Cansado e displicente, com um a menos os Bambis viraram presa fácil para o Palmeiras, num jogo que passou a ter um roteiro de filme hollywoodiano: dois gols do Robert, o jogador mais criticado de todos neste ano, uma assistência do Marquinhos que, com isso, já vez mais este ano do que ano passado inteiro. E teve ainda choro, emoção, vibração, vaias. Todos os elementos de um filme.

E, pra melhorar, o maior vilão do inimigo, aquele goleiro de hockey mau caráter, colaborou no nosso segundo gol, virando de costas para a bola, ajudando ela entrar. Quer dizer então que além de só sair de joelhos, agora ela vai de costas para a bola? Bem, com isso mantém-se a média de uma falha por jogo.

Outra coisa que ficou claro, ao menos para mim, é que a boleirada quis derrubar o Muricy. Foi uma diferença acentuada do Palmeiras de ontem para o dos outros jogos. Não só na qualidade, mas também na entrega. Jogador de futebol é puta, tem que ser mimado senão não joga bola.

Esperamos que não seja apenas um 'acidente' e que o time continue jogando esta bola de ontem, para, enfim, embalarmos.

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Desabafos via Twitter

parabéns diretoria... daqui a pouco a gente começa a sentir falta do Palaia, e até do sapo gordo. #PalmeirasFail

@AlexMuller93 e o Cipullo? ainda o Deus do futebol palmeirense?

PORQUE EU ME IMPORTO???????

@porcopedia @DivinoBlog estamos atados à politicagem! time de futebol não deveria ter clube social, isso só fode pra ambos

decepcionado com o Belluzzo, sinceramente...

merda RT @mariliaruiz: Cipullo fica. #palmeiras

e podem me xingar, mas ainda bem q o Jorginho tá no Goiás. ele é fraco, da mesma geração perdedora do Toninho e ia fazer merda

Muricy se despede dos jogadores. tem um monte rindo pelas costas, pois o que jogaram ontem indica que há igrejinha no Palmeiras

Belluzzo, agora, só uma alternativa: vai pra Xisquistão, traz o Felipão e junto o Rivaldo. Senão....

será q a cadeira de presidente do Palmeiras é amaldiçoada? sentou lá, fica burro ou bandido?

o Palmeiras parece terra de ninguém loteada entre clãs, que se unem por interesses. O torcedor? FODA-SE!

RT @sopalmeiras: Cipullo faz o que quer e o que não quer no clube.

a diretoria finalmente conseguiu o impossível: fazer com q a torcida e a impren$a tivessem a mesma opinião

#2002Feelings

@DivinoBlog o clube (não o time, pq eles não ligam pra ele) é deles, ponto!

é... Palmeiras vai jogar contra seu maior inimigo SEM TREINADOR!!! Parabéns incompetentes

RT @RonaldoPerrella hj acabou qq esperança na renovação da mentalidade dos dirigentes do Palmeiras. Beluzzo e cia são iguais a turma do MUMU

RT @DivinoBlog: Cipullo, pega o seu boné, seus votos e vai dar meia hora de cu! Bem longe do Palmeiras

morrendo de medo de domingo... sério

alguém pode definir: 'cipullo perde poderes'?

agora eu vou ao jogo de domingo de QQUER JEITO, só pra xingar o Belluzo e o Cipullo

e por favor, sem ficar falando em Jorginho, ok? o Palmeiras é maior do que isso, tá?

agora, o Palmeiras vai voltar a ser a casa da mão joana...

eu juro q o primeiro que vier falar que o Palmeiras vai voltar a procurar o Kleber ou o Valdívia, eu vou mandar tomar no cu

pq o Cipullo fala e não o Belluzzo? Ah, claro, é ele que manda no futebol...

RT @goleiroverde: AHAHAHAHAHAHA...TONINHO INJUSTIÇADO? MENOS CIPULLO, MENOS!

e o Rivaldo junto RT @kidpalestra: Nesse momento tenso, só um nome pode trazer paz e luz ao Palestra: LUIZ FELIPE SCOLARI.

num mundo perfeito, o Beluzzo trás um treinador médio pra não sermos rebaixados no paulista, aceita q a Copa do Brasil foi pro saco e depois da copa, desembarca no Palestra o grande Felipão

@comu_palmeiras Picerni é tirar sarro da gente

e se for pra trazer palmeirense das antigas, que sejam vitoriosos, como Evair, Arce, Cleber, Sampaio... nada de fracassos dos anos da fila como o Toninho, Jorginho, (Dorival) Júnior, Barbosa, Rocha, Martorelli, Bizu, Buião, Denys...

pronto, agora começam as especulações. além de milhares de nomes de jogadores, teremos que aguentar as de treinador.

Sem Palavras


Não sei o que dizer. Os acontecimentos de ontem são daqueles que nunca mais serão esquecidos, como os jogos contra o Vitória (2x7), Fluminense (2x6), Bragantino (0x3) entre outros que até dói de lembrar. São derrotas que mostram que algo está muito errado, ou que continua errado desde o fim do ano passado, quando passamos de quase-campeão pra fora-até-da-Libertadores.

O que acontece? Ninguém sabe. Ou melhor, poucos sabem, mas isto nunca vaza, mas isto tem um nome: INCOMPETÊNCIA! Todos estão (porque não necessariamente são) incompetentes, desde o presidente até os jogadores.

Algo precisa ser feito, cabeças precisam rolar e é hora de parar de politicagem e conchavos e cortar a cabeça da diretoria de futebol. O Cipullo e o Toninho já se mostraram amadores e incompetentes, e a única coisa que sabem fazer é ficar dando desculpinhas para tudo. O Palmeiras é um time grande, jogador quer vir pra cá sim, e eles não conseguem trazer ninguém e qualquer contratação vira uma novela sem fim, quase todas com final infeliz.

Outro ponto é da tal da Traffic, que na verdade já saiu do Palmeiras, mas mantém o Diego Souza e o Cleiton Xavier. Os dois serão vendidos após a Copa e daí eles vão cair fora também. Mas, até lá, parece que somos reféns deles, incluindo nisto ingerência na diretoria de futebol.

Algo precisa ser feito, afinal 2002 não está tão longe assim para ter sido esquecido.

quinta-feira, 11 de fevereiro de 2010

Ctrl C + Ctrl V

O Palmeiras jogou mal.
A defesa bate cabeça.
Os laterais são fracos e não sabem cruzar.
O time depende muito do Diego Souza e do Cleiton Xaviers, e quando eles não estão bem, nada flui.
O Sacconi desaparece toda hora.
O Robert é muito fraco, mas não tem outro.
O Palmeiras precisa de reforço.

Isto vale pra ontem, assim como vale pra todos os jogos deste ano, menos a estréia contra o Mogi. Está virando uma rotina desgastante e triste.

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Lincoln


Eu lembro quando o Lincoln surgiu no futebol mais por causa do nome exótico que ele possui do que qualquer outra coisa. No Galo, era um jovem meia, mas que demonstrava qualidade, tanto que logo foi vendido ao Kaiserslautern. Porém, sua melhor fase foi também na Alemanha, com a camisa do Schalke 04 entre 2004 e 2007, conquistando uma Copa da Alemanha e sendo um dos principais jogadores da equipe.

Daí foi pra Turquia, está sem jogar desde maio último e já disse ser um meia, não um atacante de ofício. O que esperar dele? Difícil saber, pois futebol é uma incógnita, mas já demonstrou nesta apresentação que pelo menos em um ponto ele é acima da média: na eloquência. E isso é bom, pois se existem duas posições que o jogador de futebol precisa ter mais do que dois neurônios ativos, uma é o goleiro, outra é o meia, o tal 'camisa 10'.

Esperamos agora que isso se reverta em resultados no campo.

segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010

Corneta

Não vi o jogo por motivos particulares, mas se a gente perdeu pros gambás com um homem a mais e sem chutar a gol, então o time foi uma bosta.

A GENTE NÃO TEM ELENCO!!!

#2002 feelings

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

O que importa são os três pontos


Analisando friamente: jogo fora de casa, com cinco jogadores da base, um zagueiro improvisado há apenas uma semana, terceiro goleiro e sem o principal jogador em campo. Então, os três pontos foram um ótimo resultado.

É óbvio que o time precisa de muitos reforços, tema já debatido neste blog, porém não dá para não ver boas coisas no jogo de ontem. A zaga se portou bem, apesar do ataque inoperante do Monte Azul. O Edinho não pareceu desentrosado com o Danilo e jogou sério e sem grandes sustos. Na lateral esquerda, o Gabriel não comprometeu, e jogou o que se esperava de um jovem vestindo pela primeira vez a camisa do time em um jogo profissional. O mesmo pode ser dito do João Artur.

Duas coisas me deixaram mais empolgados. A primeira é que, neste time de jovens, o Sacconi jogou como um veterano, chamando o jogo, indo pra cima e fazendo o que se espera de um meia avançado. Continuando nesta toada, ele tem tudo para se manter titular deste time por um bom tempo. A outra foi a entrada do outro lateral, Eduardo. No pouco tempo que jogou, mostrou personalidade e foi pra cima mesmo. acho que este menino tem potencial.

O ponto fraco, para mim, foi o Robert, que não tem qualidade para ser o nosso camisa 9 de ofício. Perde muitos gols e não se posiciona muito bem na área.

Resumindo, valeu o resultado e agora é ir com tudo pra cima dos gambás!

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

Twittada


CARALHO!!! o Palmeiras empata UM jogo e tá em crise??? VAI TOMAR NO CU, IMPREN$A CÂNCER!!!


Uma equipe retalhada

A equipe que vai entrar hoje a noite em campo, contra o Monte Azul, estará completamente retalhada. Nosso maior problema de 2009 se repete em 2010 de uma forma assustadora: o Palmeiras não tem jogadores para colocar em campo!

Continuamos não tendo um elenco, não tendo peças de reposição, então quando alguns jogadores se lesionam ou são suspensos, não sobra ninguém para jogar. Daí começa a apelar para atletas da equipe da base, que entram na fogueira, com grandes chances de se queimar, sob pressão e em condições claramente adversas, queimando etapas e de maneira precoce.

Chegamos ao cúmulo de não ter um zagueiro para jogar com o Danilo, pois os nossos outros três estão contundidos, suspensos ou sem condições legais de jogo. O mesmo dizer do ataque que, com a ausência do Diego Souza, fica sem nenhum parceiro para o Robert, pois dos restantes, o Lenny está machucado e o Daniel não mostrou ainda se serve pra alguma coisa.

Se a diretoria está atrás de um ou dois nomes de nome, é hora atuar em outra frente e decidir: ou sobe uns cinco jogadores que jogaram a Copinha ou traz mais uns meia-bocas pra completar o elenco.

Mas precisa ser para ontem!

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

O roubo começou


No jogo contra o time sem nome e sem cidade, a rotina esteve de volta:

- falhas da defesa;
- laterais fracos;
- ataque inexistente e
- roubos descarados

Não vou nem entrar no mérito dos penaltis não marcados, pois é questão de interpretação e tal, mas o lance do segundo gol do time sem nome foi um erro bizarro! Sem exagero, o cara estava uns quatro metros adiantado e na linha de visão do árbitro e do bandeira. É daqueles erros que você não consegue entender como um cara que ganha uma fortuna (e é FIFA) pode cometer. É como um médico matar um paciente numa operação de hérnia, ou um advogado permitir que seu cliente seja preso porque esqueceu um prazo. Erro primário, crasso.

O problema é que, além disso não ser novidade contra nós (alô, Simon!), nada vai acontecer. Aqueles dois bananas vão tomar uns 15 dias de suspensão e logo estarão operando o Palmeiras de novo. Vale lembrar que é a mesma gangue que deu um gol de mão da imperatriz bambi há menos de dois anos numa semi-final de campeonato.

A impressão que dá é que juiz de futebol é a única classe profissional que tem salvo-conduto para errar a vontade, sem nunca ser realmente punida.

Voltando a falar de futebol, o jogo foi ruim, o time tem algumas qualidades mas, além de ainda estar em início de temporada, faltam peças. Faltam laterais (os dois gringos são tampões, já que no mercado não tem coisa melhor), falta banco e, principalmente, faltam atacantes. O Robert é esforçado, mas é apenas um bom reserva. Já o Daniel? Aff... manda ele pra qualquer time de A2 que ele vai ter que lutar pra ser titular.

Eu sei que a comissão técnica e a diretoria sabem destes problemas, só espero que algo aconteça pra modificar esta situação.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Maldita geração Winning Eleven

Winning Eleven é o jogo de videogame de futebol mais conhecido que tem, e a molecada adora ele. Eu nunca gostei muito de videogame, mas jogos de esporte eu acho legais e de vez em quando eu jogo, até aí nenhum problema. A grande merda disto tudo é que os moleques que jogam esses jogos, apoiados pela 'maciça' campanha da impren$a - principalmente ESPN -, passaram a dar mais valor e atenção aos times europeus que os brasileiros.

Cansei de ver 'jornalistas' dizendo que campeonatos bons são os europeus, que a Champions é um modelo e uma aula de futebol, enquanto os campeonatos brasileiros não prestam: os regionais viraram torneios de pré-temporada e o Brasileirão só tem time ruim. E esta criançada compra a idéia, hoje eles começam a torcer para Milan, Inter, Chelsea, Barcelona, Real.

É uma idéia ridícula e mentirosa! O Campeonato Italiano só tem 3 times (Inter, Milan e Juventus), o Inglês 4 (ManUtd, Liverpool, Arsenal e Chelsea) e o Espanhol 2 (Barcelona e Real). Sobre os outros, Portueguês, Alemão, Francês, nem compensa comentar. Enquanto isto no Brasil vemos a cada ano 4 ou 5 equipes se alternarem na disputa do título.

Já sei o argumento a ser utilizado: aqui temos mais equipes disputando o título porque está tudo nivelado por baixo. Em partes eu concordo, mas um dos maiores culpados disso é a impren$a e a geração Winning Eleven.

O moleque começa a treinar numa equipe, e o sono dele não é vestir a camisa de um Palmeiras, Corinthians, Flamengo ou Grêmio, e sim o de um time europeu (vide a ridícula cláusula de liberação ao Barça no contrato do PopoK9). Nem a seleção brasileira tem mais valor, já que a mesma foi loteada pela CBF.

E o futuro é nebuloso! Com crianças saindo do Brasil pra jogar lá fora cada vez mais cedo, o futebol vai morrer. E daí, impren$inha, vocês vão sobreviver do que? De comentar jogos europeus?

Maldita impren$inha, maldita geração Winning Eleven, maldito futebol moderno!

domingo, 17 de janeiro de 2010

O primeiro jogo do ano


Em uma época que os regionais perderam o brilho, pois os clubes do interior, celeiros de grandes atletas, viraram clubes de empresários - graças ao tão amado e defendido 'futebol moderno' -, uma vitória de 5x1 contra o Mogi Mirim pode não ter significado algum.

Certo, esta equipe do Mogi é muito pior que outras que eu já vi jogar, mas uma vitória com cinco gols no primeiro jogo do ano nunca é algo para ser desprezado. O time ainda está em montagem, apesar da base do ano passado ter sido mantida, os jogadores ainda estão 'gordinhos' e faltam reforços. Ah, como faltam reforços, principalmente no ataque.

Entretanto, foi um jogo bem agradável, sem maiores dificuldades para o Palmeiras vencer. Dois gols do Diego Souza - sendo o segundo um belo gol, resultado de uma rápida e precisa troca de passes -, um do Cleiton, um do Robert e outro do estreante Léo. Do jogo em si podemos dizer que o time parece animado, os novos reforços jogaram bem, já existem algumas jogadas ensaiadas e precisamos de um camisa 9 de alto nível - o Robert é um bom reserva.

Após o jogo, fomos informados que o Ortigoza estava nos camarotes do Palestra, o que pode significar pelo menos uma boa notícia vindo por aí. Fato este que, toda a nossa competente impren$a não noticiou, ou por ignorância, ou por má-fé. Entretanto, colocar em destaque que o Palmeiras está com os direitos de imagem atrasados em - pasmem - quase um mês, quase todos o fizeram.

Fora do jogo em si, é bom estar de volta ao Palestra, de volta à rotina de jogos, de sofrimento, acompanhado dos grandes amigos que fiz ano passado graças a este blog. Além disso, cumpre agradecer à Samsung, na pessoa da Giovanna, pelo carinho e pela atenção que dispensa aos palmeirenses que nunca abandonam esta camisa, e que não importa a ocasião, estão lá para apoiar o time.

E que venham os títulos!

sexta-feira, 15 de janeiro de 2010

Copa São Paulo

Nunca tive o costume de assistir aos jogos da Copa São Paulo, mas ontem eu estava sem nada para fazer em casa, começou o jogo contra o Fluminense e resolvi assisti-lo. O primeiro tempo foi meio fraco, com o Fluminense jogando melhor e ganhando por 1x0. Pensei: mais uma vez vamos cair fora logo e provar que não temos uma boa base. Mas daí veio o segundo tempo.

Tempo novo, jogo novo. O Palmeiras jogou muita bola, colocou o Flu na roda e marcou três belos gols. Mais do que isto, mostrou que possui diversos talentos individuais que podem, já este ano, despontarem no time principal.

Gabriel Silva, Afonso, Gilsinho e Ramos são nomes que nós podemos começar a nos acostumar, que se mantiverem a mesma regularidade, colocam no bolso muitos atletas dos profissionais.

Mas não é só isso, acabado o jogo, boa parte dos jogadores foi comemorar no alambrado, com a torcida, cantando o hino. Demonstração de amor à camisa (nada mais justo amar a camisa que coloca comida no prato), coisa rara hoje em dia.

Só esperamos que eles vinguem e, principalmente, não sejam aliciados por empresários mercenários e desapareçam do time.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

Abrem-se as cortinas

E agora o ano de 2010 finalmente começa. Sábado, no Palestra, contra o Mogi Mirim, teremos o primeiro jogo do ano, a abertura do Paulistão. Por incrível que possa parecer, depois do fracasso de 2009, o time teve poucas modificações, o que não deixa de ser algo bom.

Na zaga, saiu o Maurício e entrou o Léo, o que na minha opinião foi uma boa troca, pois este é um jogador mais experiente, já atuou até pela seleção, e pode dar um pouco mais de estabilidade. Ainda, finalmente, teremos reposição, já que agora temos três bons zagueiros para duas vagas.

Eu digo duas vagas pois, levando em conta as contratações e os jogos treino, o Muricy vai mesmo armar a equipe com o 4-4-2. O curinga Marcão foi 'trocado' pelo Edinho, cujo futebol eu não me lembro mas, convenhamos, pior que o Marcão não deve ser. O mesmo eu digo do Márcio Araújo em comparação com o Jumar. Desta forma, temos além destes dois, Edmilson, Pierre e Sandro Silva disputando a vaga ao lado do Pierre. Opções não nos faltam.

O problema está daí para frente. Na armação das jogadas continuamos apenas com o Cleiton Xavier, que não é um camisa 10 de ofício e com o Sacconi, que, apesar do potencial, ainda não mostrou futebol para ser titular. Tem a volta do William, que pode vingar... ou não.

E tem o ataque, isto sim um problema. Perdemos de uma só vez: Obina, Ortigoza, Willians e Vagner Love, e não contratamos ninguém! Para este primeiro jogo temos apenas o Diego Souza jogando mais avançado e o Robert. O Lenny está machucado (e não tem condições de ser titular) e o Lovinho não passa de um jogador regular que daqui um ou dois anos vai estar perambulado por equipes do nordeste e do interior.

Nomes são cogitados, como Marcelo Moreno e Kleber, mas algo precisa ser resolvido, e logo, pois se os outros setores estão completos ou satisfatórios, o ataque está completamente vago. Pelo menos dois jogadores (sendo um titular absoluto) precisam ser contratados para ontem.

Mas vamos esperar. E torcer. E apoiar. Pois é isto que fazemos sempre!!!